Espero que sinta
no ritmo da respiração descompassada,
Espero que aprenda
os porquês do nada,
Espero que veja
a verdade descreditada,
Espero que atenda
a voz desesperada,
Espero que cante
a música exasperada
Espero que ame
assim, a vida desperdiçada,
Espero que viva.
Espero que ache, em seus cadernos velhos, textos como esses
de uma juventude inacabada.
terça-feira, 23 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
Pequeno câncer.
Se não me houvesse nada mais a oferecer-te
A não ser meu rosto familiar
Se de cem sonetos de amor
Pudesse lhe oferecer 23 de insegurança
Se me faltasse, e falta,
A obstinação de grandes amantes
E se de todos os fogos, o frio,
Não de uma ausência, mas de uma despresença
Deixo-te ir, de meio-grado
E vou-me.
Nada que te sirvo é benigno, maligno e incomodo.
A não ser meu rosto familiar
Se de cem sonetos de amor
Pudesse lhe oferecer 23 de insegurança
Se me faltasse, e falta,
A obstinação de grandes amantes
E se de todos os fogos, o frio,
Não de uma ausência, mas de uma despresença
Deixo-te ir, de meio-grado
E vou-me.
Nada que te sirvo é benigno, maligno e incomodo.
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