Tá tudo ótimo
Tu tá ai
Cê vem pra cá
À vontade de seu nariz
Deixa(r) de bobeira
Tudo tá bom
Nesse mundão teu que
Nos obriga a se esconder
Desse nosso sol seu.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Um com algo, um sem nada.
Ai você avança em algo, e avança em si.
Cresce, muda e erra, acerta e sente nostalgia. Como em qualquer erro e acerto, você aprende a aceitar e conviver consigo mesmo, pro bem ou pro mal, e uma dia não se reconhece mais como antes.
Antropofágico, fortaleza, saturno e recife
Sem ser lugar,
Sem sair de si, enrugado e áspero
Novo à vida como beber
Melhor assim que puder, e em contato com qualquer outra coisa.
Nada foi preciso.
Cresce, muda e erra, acerta e sente nostalgia. Como em qualquer erro e acerto, você aprende a aceitar e conviver consigo mesmo, pro bem ou pro mal, e uma dia não se reconhece mais como antes.
Antropofágico, fortaleza, saturno e recife
Sem ser lugar,
Sem sair de si, enrugado e áspero
Novo à vida como beber
Melhor assim que puder, e em contato com qualquer outra coisa.
Nada foi preciso.
E era de se esperar, eu acho. Ou, se bem que pouco provável, não me lembrava direito de algo nesse caminho que desviou a isso.
Sendo por inconstância, como uma de minhas consciências externa gosta de pontuar, ou por uma falta de força, com um quê de predisposição genética, que meu eu fatalista gosta de atribuir a si próprio ou por falta daquele interesse mágico e arrebatador que ainda não se manifestou, e talvez nunca irá, como a minha parte otimista externa ou procrastinadora interna tenta me confortar. E assim me afirmo de reafirmações mais alicércicas que o eu ego, e me acabo deixado de me acabar.
Inacabado.
Sendo por inconstância, como uma de minhas consciências externa gosta de pontuar, ou por uma falta de força, com um quê de predisposição genética, que meu eu fatalista gosta de atribuir a si próprio ou por falta daquele interesse mágico e arrebatador que ainda não se manifestou, e talvez nunca irá, como a minha parte otimista externa ou procrastinadora interna tenta me confortar. E assim me afirmo de reafirmações mais alicércicas que o eu ego, e me acabo deixado de me acabar.
Inacabado.
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