As marquinhas que vão
Vão deixando
Vão montando.
Ai edifica, solidifica e feijão com farofa.
Não racha porque não pode
Não posso
Faço o que der quando der.
Outro ano, outra dieta
Outra fixação, mania
Adesivo de nicotina, brahma zero, tofu.
Suplementa, suplanta e alimenta.
Ai fica, eu fico
E o resto é bibelô ano passado
Fundo de gaveta.
Até meus 30 anos, crise de meia idade, "near death expericence".
E a culpa é dos espinhos, falta de caligrafia na tenra idade.
Tô em beta.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
Lança limpa perfume ladrilho.
Começa com barulho e fugacidade
Lá há dor, os sons e os cheiros
As raivas e os outros temperos
Depois vem mudanças
A falta de chão
O "rage against the dying light"
Ai o pânico esmaece
Pelo menos parece que sim
Você esquece
Então haverão planos
Muita megalomania e pouco crescimento
Cordas pra se amarrar
O que muito era se condensa
Nostalgia, monumento, gratidão
É um pouco cínico e muito condescendente, mas é alívio ainda assim
O resto que sobra é indiferente, incoerente
Faíscas, borrões, fumaça
Aquele afeto mínimo que mantém a humanidade a beira do abismo (gratidões ao criador por todo esse amor)
E o que te resta, de fato
É vida
E porra cara, isso é todo dia.
Tudo dia um pouco menos que o anterior.
Lá há dor, os sons e os cheiros
As raivas e os outros temperos
Depois vem mudanças
A falta de chão
O "rage against the dying light"
Ai o pânico esmaece
Pelo menos parece que sim
Você esquece
Então haverão planos
Muita megalomania e pouco crescimento
Cordas pra se amarrar
O que muito era se condensa
Nostalgia, monumento, gratidão
É um pouco cínico e muito condescendente, mas é alívio ainda assim
O resto que sobra é indiferente, incoerente
Faíscas, borrões, fumaça
Aquele afeto mínimo que mantém a humanidade a beira do abismo (gratidões ao criador por todo esse amor)
E o que te resta, de fato
É vida
E porra cara, isso é todo dia.
Tudo dia um pouco menos que o anterior.
Assinar:
Comentários (Atom)