O sol.
O céu.
Espero que queime, e que brilhe.
E que seja adorável, da maneira que as coisas são nos dias que são.
E que tenha comida.
E bebida.
E palavra.
E que tenha até uma certa emoção, mas que ela seja moderada como seu humor.
E que tenham toques.
E corpos.
Beijos, abraços e sorrisos.
E que haja tempo, e que ele não pareça ter encolhido.
E que hajam fotos.
E piadas.
E marcas.
E até, se for o caso, algumas lágrimas.
Porque tudo vira.
E tudo perde o brilho.
Sinceramente, o sempre seu, e sempre você.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
Tenha dó...
Have a heart, have a heart, have a heart
Sixteen, six, six, six and I know the part
You are the river flow
And we can never know
We're just a weatherman
You make the wind blow
Eramos soldados ou amantes
Combatemos em tempos e cantamos em nuvens
Até que morremos o fim do romance.
Sixteen, six, six, six and I know the part
You are the river flow
And we can never know
We're just a weatherman
You make the wind blow
Eramos soldados ou amantes
Combatemos em tempos e cantamos em nuvens
Até que morremos o fim do romance.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Talvez eu incendeie.
Tenho saudades de cerveja, e de tudo feito de sol.
Saudades de um dia não ser mais essa tragédia.
Sendo isso mais uma, um drama a mais.
Talvez o drama que marca o fim da crença em almas, torturas e marcas.
Eu posso andar, mas prefiro rastejar, pelo que posso recriar e crer.
Já parafraseando novamente, talvez eu pegue fogo.
Algo puro pra queimar as coisas ruins que pintei em mim.
E tenho saudades de tudo que é de sol.
Saudades de um dia não ser mais essa tragédia.
Sendo isso mais uma, um drama a mais.
Talvez o drama que marca o fim da crença em almas, torturas e marcas.
Eu posso andar, mas prefiro rastejar, pelo que posso recriar e crer.
Já parafraseando novamente, talvez eu pegue fogo.
Algo puro pra queimar as coisas ruins que pintei em mim.
E tenho saudades de tudo que é de sol.
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