Tenho saudades de cerveja, e de tudo feito de sol.
Saudades de um dia não ser mais essa tragédia.
Sendo isso mais uma, um drama a mais.
Talvez o drama que marca o fim da crença em almas, torturas e marcas.
Eu posso andar, mas prefiro rastejar, pelo que posso recriar e crer.
Já parafraseando novamente, talvez eu pegue fogo.
Algo puro pra queimar as coisas ruins que pintei em mim.
E tenho saudades de tudo que é de sol.
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