Não mudamos, envelhecemos.
Alguns de nós se adaptam.
Quando se tem mais passado que futuro, aprende-se mais.
Eu pensei ter morrido.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Ponte.
Algo que alguém disse.
Sobre queimar pontes, e fim de coisas, e sobre ilhas e homens.
Veja bem, tudo estraga, eventualmente tudo acaba.
Há certas coisa e relações que duram pra sempre, mas algo sempre se perde.
Alguém sempre se perde, algo dá errado.
E num futuro, porques e poréns podem ter sido perdidos.
E parte divertida vai ser notar que pra voltar são precisos caminhos, pontes.
Mas algo nesse caos todo, nessa dor e magoa passageira já me soa libertador e anunciado.
Quebrar velhas ilusões é um costume que vem com o amadurecer, e infelizmente criar novas também.
Ou seriam, quando amadurecer, tento responder.
Algo nisso tudo já parece uma memória de um tempo melhor.
E deve ser melhor assim, memorizado e intocado pelo tempo.
6 bilhões de pessoas não podem estar erradas ao mesmo tempo.
Pra mim, esse monstro, para o qual tudo se torna, eventualmente, aversão, essa será uma despedida em melhores termos.
E será.
Não nos precisamos mais.
Espero que essa seja a última vez que te vejo, Monstro Passivo Agressivo e Cia.
Sobre queimar pontes, e fim de coisas, e sobre ilhas e homens.
Veja bem, tudo estraga, eventualmente tudo acaba.
Há certas coisa e relações que duram pra sempre, mas algo sempre se perde.
Alguém sempre se perde, algo dá errado.
E num futuro, porques e poréns podem ter sido perdidos.
E parte divertida vai ser notar que pra voltar são precisos caminhos, pontes.
Mas algo nesse caos todo, nessa dor e magoa passageira já me soa libertador e anunciado.
Quebrar velhas ilusões é um costume que vem com o amadurecer, e infelizmente criar novas também.
Ou seriam, quando amadurecer, tento responder.
Algo nisso tudo já parece uma memória de um tempo melhor.
E deve ser melhor assim, memorizado e intocado pelo tempo.
6 bilhões de pessoas não podem estar erradas ao mesmo tempo.
Pra mim, esse monstro, para o qual tudo se torna, eventualmente, aversão, essa será uma despedida em melhores termos.
E será.
Não nos precisamos mais.
Espero que essa seja a última vez que te vejo, Monstro Passivo Agressivo e Cia.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Joie de Vivre Voucher.
O sol.
O céu.
Espero que queime, e que brilhe.
E que seja adorável, da maneira que as coisas são nos dias que são.
E que tenha comida.
E bebida.
E palavra.
E que tenha até uma certa emoção, mas que ela seja moderada como seu humor.
E que tenham toques.
E corpos.
Beijos, abraços e sorrisos.
E que haja tempo, e que ele não pareça ter encolhido.
E que hajam fotos.
E piadas.
E marcas.
E até, se for o caso, algumas lágrimas.
Porque tudo vira.
E tudo perde o brilho.
Sinceramente, o sempre seu, e sempre você.
O céu.
Espero que queime, e que brilhe.
E que seja adorável, da maneira que as coisas são nos dias que são.
E que tenha comida.
E bebida.
E palavra.
E que tenha até uma certa emoção, mas que ela seja moderada como seu humor.
E que tenham toques.
E corpos.
Beijos, abraços e sorrisos.
E que haja tempo, e que ele não pareça ter encolhido.
E que hajam fotos.
E piadas.
E marcas.
E até, se for o caso, algumas lágrimas.
Porque tudo vira.
E tudo perde o brilho.
Sinceramente, o sempre seu, e sempre você.
sábado, 17 de novembro de 2012
Tenha dó...
Have a heart, have a heart, have a heart
Sixteen, six, six, six and I know the part
You are the river flow
And we can never know
We're just a weatherman
You make the wind blow
Eramos soldados ou amantes
Combatemos em tempos e cantamos em nuvens
Até que morremos o fim do romance.
Sixteen, six, six, six and I know the part
You are the river flow
And we can never know
We're just a weatherman
You make the wind blow
Eramos soldados ou amantes
Combatemos em tempos e cantamos em nuvens
Até que morremos o fim do romance.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Talvez eu incendeie.
Tenho saudades de cerveja, e de tudo feito de sol.
Saudades de um dia não ser mais essa tragédia.
Sendo isso mais uma, um drama a mais.
Talvez o drama que marca o fim da crença em almas, torturas e marcas.
Eu posso andar, mas prefiro rastejar, pelo que posso recriar e crer.
Já parafraseando novamente, talvez eu pegue fogo.
Algo puro pra queimar as coisas ruins que pintei em mim.
E tenho saudades de tudo que é de sol.
Saudades de um dia não ser mais essa tragédia.
Sendo isso mais uma, um drama a mais.
Talvez o drama que marca o fim da crença em almas, torturas e marcas.
Eu posso andar, mas prefiro rastejar, pelo que posso recriar e crer.
Já parafraseando novamente, talvez eu pegue fogo.
Algo puro pra queimar as coisas ruins que pintei em mim.
E tenho saudades de tudo que é de sol.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Etimologia.
Deveria haver em um dicionário, ou uma convenção, um signo que representasse o fim de uma amizade.
Existem em outras línguas, devem existir.
Um evento como tal, não deveria passar despercebido na nossa, ó tão linda língua.
Existem palavras para coisas tão mais levianas, por que não?
Após tantas horas de "estreitamento de laços", talvez essa não devesse ser minha preocupação, mas por que não?
Um dia isso tudo se torna aversão.
Se faz necessário deletar tudo isso novamente, até então que isso sirva de AVISO.
Novamente:
Um beijo, um foda-se, e um até nunca mais.
Não da mesma maneira.
Existem em outras línguas, devem existir.
Um evento como tal, não deveria passar despercebido na nossa, ó tão linda língua.
Existem palavras para coisas tão mais levianas, por que não?
Após tantas horas de "estreitamento de laços", talvez essa não devesse ser minha preocupação, mas por que não?
Um dia isso tudo se torna aversão.
Se faz necessário deletar tudo isso novamente, até então que isso sirva de AVISO.
Novamente:
Um beijo, um foda-se, e um até nunca mais.
Não da mesma maneira.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Rococó.
A sensação menos familiar que todas as curvas, essa curvas, vão servir à algum propósito.
Algum ornamento.
Traços de simplicidade complexa, que te fazem enxergar, para seu próprio choque, tudo de forma simétrica.
Tudo se encaixa, eventualmente.
Se ilumina.
Formas, linha, rachaduras, marcas, rugas e estilhaços.
Aprendi bem, me escuta, ainda há muito a se temer.
Todos os estilhaços caem formando uma nova figura, tudo acaba formando um sentido qualquer sem ter pra que.
Perceber, que aprender ou viver, sei lá, é redescobrir isso ao longo de anos sem sentido me cansa.
O meu maio traço de caráter é a preguiça.
Algum ornamento.
Traços de simplicidade complexa, que te fazem enxergar, para seu próprio choque, tudo de forma simétrica.
Tudo se encaixa, eventualmente.
Se ilumina.
Formas, linha, rachaduras, marcas, rugas e estilhaços.
Aprendi bem, me escuta, ainda há muito a se temer.
Todos os estilhaços caem formando uma nova figura, tudo acaba formando um sentido qualquer sem ter pra que.
Perceber, que aprender ou viver, sei lá, é redescobrir isso ao longo de anos sem sentido me cansa.
O meu maio traço de caráter é a preguiça.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
E ter coragem de vestir a coroa.
Vi o mundo de suas formas sem meus óculos.
Soprei, ou tentei, vida em estátuas de barro.
E aprendi a dizer em voz alta sem respirar, na verdade.
Digo que te adoro, já sem medo que me escutem.
Suas formas me apoiam.
Seu estandarte d'ouro.
Meu nariz.
Soprei, ou tentei, vida em estátuas de barro.
E aprendi a dizer em voz alta sem respirar, na verdade.
Digo que te adoro, já sem medo que me escutem.
Suas formas me apoiam.
Seu estandarte d'ouro.
Meu nariz.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Dádiva eterna, interna, externa...
Foi, fomos e foram amaldiçoado, amaldiçoados , amaldiçoados com inteligência, talvez acima da média, talvez sem limites, talvez sem anseio e talvez sem incentivo.
"Some darkened room
A smoky figure fills me full
Make my head swell in ruin
My family kneel at the pew,
They nod,
"We belive in what you're doing"."
Viveu, vivemos, viveram na época errada, na época qualquer, e época nenhuma serviria.
Floresceu, florescemos, floresceram em invernos.
Pra essa gente desabrochar e perder as pétalas.
"Some darkened room
A smoky figure fills me full
Make my head swell in ruin
My family kneel at the pew,
They nod,
"We belive in what you're doing"."
Viveu, vivemos, viveram na época errada, na época qualquer, e época nenhuma serviria.
Floresceu, florescemos, floresceram em invernos.
Pra essa gente desabrochar e perder as pétalas.
sábado, 15 de setembro de 2012
O monstro passivo agressivo.
Tenciono em dizer
Com honestidade oscilante de um ex-amante
Que tenha tudo que quer ser.
Não tenciono em dizer
Com honestidade rascante de um ex-confidente
Que espero sair de vidas como um furo de saida de um tiro.
Um beijo, um foda-se e um breve até nunca mais.
Espero te ver no inferno da próxima, amanhã.
Com honestidade oscilante de um ex-amante
Que tenha tudo que quer ser.
Não tenciono em dizer
Com honestidade rascante de um ex-confidente
Que espero sair de vidas como um furo de saida de um tiro.
Um beijo, um foda-se e um breve até nunca mais.
Espero te ver no inferno da próxima, amanhã.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Composição.
Somos uma composição gráfica de pontos e retas.
E um pleonasmo lacônico assim meio caótico.
Celebro a vida torcendo pra morte,
Pois acho que compensa carisma, a lealdade.
E se a lealdade falha, agente ainda por ai bambo em busca de novos senhores.
Pra nos dedicarmos.
É um ciclo sem sentido, que ninguém entende mas sabe de cor.
E prevê os gritos.
É o giro.
E um pleonasmo lacônico assim meio caótico.
Celebro a vida torcendo pra morte,
Pois acho que compensa carisma, a lealdade.
E se a lealdade falha, agente ainda por ai bambo em busca de novos senhores.
Pra nos dedicarmos.
É um ciclo sem sentido, que ninguém entende mas sabe de cor.
E prevê os gritos.
É o giro.
sábado, 28 de julho de 2012
Eis que chega o sábado, e você decifra completamente sua vida.
Nunca tive o carisma do Marcos,ou a paixão de Fernando.
Nunca tive a inteligência de Paulo, ou os talentos, dedicações, e capacidades de tantos outros mais importantes agora.
Sempre criei ser uma alma torturada, e confesso, recriei.
Sempre vou crer.
E assim, nisso vai o meu tempo por aqui, minha vida, assim meio a esmo a volver ao ermo.
Vai ver essa é minha habilidade, minha coisa, e vai ver alguém me inveja, nunca entendi a atenção.
Vai ver e vou a algum lugar, lugar nenhum.
Pode ser que minha coisa é essa ai mesmo, vai ver minha coisa são esses "e se".
Eu escrevo e conto o que eu vi, e me mostro, se der e se sobrar.
Eu e se for possível.
E se for possível eles.
E se.
Vai ver.
Nunca tive a inteligência de Paulo, ou os talentos, dedicações, e capacidades de tantos outros mais importantes agora.
Sempre criei ser uma alma torturada, e confesso, recriei.
Sempre vou crer.
E assim, nisso vai o meu tempo por aqui, minha vida, assim meio a esmo a volver ao ermo.
Vai ver essa é minha habilidade, minha coisa, e vai ver alguém me inveja, nunca entendi a atenção.
Vai ver e vou a algum lugar, lugar nenhum.
Pode ser que minha coisa é essa ai mesmo, vai ver minha coisa são esses "e se".
Eu escrevo e conto o que eu vi, e me mostro, se der e se sobrar.
Eu e se for possível.
E se for possível eles.
E se.
Vai ver.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
O reino do amanhã.
Para cada golpe da vida adulta, há uma situação ruim, um dia chuvoso, e uma recém descoberta música familiar.
E as únicas coisas que te farão sorrir defronte aos perigos de uma lenta e majestosa inevitabilidade.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Por motivos que me "forgem".
E motivos que me forjam, a um velocímetro indicado a inércia e a tração da motricidade.
Até que seja o tempo, aquele tempo.
E "então", e só no "então" você poderá ser também uma lâmpada.
Mas o negócio, o negócio é outro. E o outro é o negócio.
E através da noite.
Desalinho.
A catarse, a liberdade, e a leveza do carnaval.
Dias de pureza, e alinhamento. E iluminação.
E cerveja.
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