Entre o desconforto, o bolo no estômago, a acidez na garganta e respiração alterada de qualquer relação quebrada.
Entre a saudade nostálgica, abstinência, possibilidades abandonadas ou imaginadas e medo de ter-se estagnado de qualquer relação lembrada.
Preferi jogar fora do meu armário todos os esqueletos que não sorriam mais pra mim.
Aquele algo inevitável, que sempre podemos fugir.
De todas as coisa que amamos, a morte.
É fascinante quão vazio nos julgamos.
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