domingo, 2 de novembro de 2014

Aqui não há meu Sol
Não tem os planos calorosos
Ou calores amorosos.

Há um frio exasperado
Um peito fragmentado
Choro apertado.

Esse Sol frio venenoso
Agressivo de maneira branda
Uma borda vertigem
Me submerge em entrecortes
em pesares
em amarres dadás.

Me trai traições
Barrocas
Esse Sol que me tira o sono.

O Sol que cega meu sono
Aprisiona viveres
Me veda da Luz.

O Sol das horas de todos os desejos.

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